
TETO DO THEATRO MUNICIPAL-ESTUDO
PARA A DANÇA DAS HORAS

TETO DO THEATRO MUNICIPAL-ESTUDO
PARA A DANÇA DAS HORAS

TETO DO THEATRO MUNICIPAL-ESTUDO
PARA A DANÇA DAS HORAS

TETO DO THEATRO MUNICIPAL-ESTUDO
PARA A DANÇA DAS HORAS

TETO SOBRE A PLATÉIA DO
THEATRO MUNICIPAL

TETO SOBRE A PLATÉIA DO
THEATRO MUNICIPAL DO RIO DE JANEIRO

TETO SOBRE A PLATÉIA DO
THEATRO MUNICIPAL DO RIO DE JANEIRO-DETALHE

TETO SOBRE A PLATÉIA DO
THEATRO MUNICIPAL DO RIO DE JANEIRO-DETALHE

TETO SOBRE A PLATÉIA DO
THEATRO MUNICIPAL DO RIO DE JANEIRO - DETALHE

TETO SOBRE A PLATÉIA DO
THEATRO MUNICIPAL DO RIO DE JANEIRO-DETALHE

TETO SOBRE A PLATÉIA DO
THEATRO MUNICIPAL DO RIO DE JANEIRO-DETALHE
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No
Pano de Boca do Theatro Municipal, o tema exigiu de Eliseu Visconti
fatura mais linear, observando-se características impressionistas
apenas ao fundo da composição. Já a execução da decoração
do “plafond”
sobre a platéia leva o artista a exibir influências do impressionismo
e do pontilhismo, aliados ao linearismo botticelliano.
Denominado
por Visconti de “A Dança das Horas”, o motivo escolhido para
a decoração do plafond é assim descrito por Nagib Francisco
(Vida e Obra de Eliseu Visconti – aguardando publicação): “No
plafond, o estilo pontilhista que usou é de grandiosa execução
e a concepção artística sumamente feliz. Nessa composição, os
personagens dançam interligados, ao passar dos dias e das noites,
em eterno movimento, lembrando “a ronda dos destinos humanos”.
As horas correspondentes aos dias estão representadas em cores
claras, e as das noites, em cores de leve penumbra.”
Flexa
Ribeiro, em artigo para o Jornal do Commercio, em 1950, diria
sobre o plafond: “A observação para o teto, na perspectiva plafoné, oferecia reais
dificuldades. Logo de início se devia considerar as peripécias
do ponto de vista do observador que está na platéia. E o mestre
não se afastou dessa obrigação, tanto que as rondas das figuras
que povoam aquele campo ornamental entram num movimento circular,
permitindo em qualquer situação que se veja, cada vez que se
olha, a roda festiva das dançarinas a iniciar o airoso movimento
coreográfico”.
A
pintura circular do plafond foi executada em oito seções que
deveriam ser dimensionadas para se encaixarem perfeitamente. O
alemão Stalen Brecher auxiliou Visconti, executando os cálculos
matemáticos necessários.
No
plafond Eliseu Visconti não nos quis instruir nem contar uma história,
como no Pano de Boca, mas simplesmente executar uma pintura decorativa
para o deleite e a alegria dos olhos. A cor clara e harmoniosa,
aplicada em pequenos toques, é um dos elementos fundamentais dessa
decoração. Visconti, em suas anotações, fez referência a essa
técnica ao observar as pinturas de Henri Martin. E é o próprio
Visconti quem define o plafond
como um poema de alegria e luz (Ana Maria T. Cavalcanti - tese
de doutorado).
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TETO DO THEATRO MUNICIPAL-ESTUDO
PARA A DANÇA DAS HORAS

TETO DO THEATRO MUNICIPAL-ESTUDO
PARA A DANÇA DAS HORAS

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PARA A DANÇA DAS HORAS

TETO DO THEATRO MUNICIPAL-ESTUDO
PARA A DANÇA DAS HORAS

TETO DO THEATRO MUNICIPAL-ESTUDO
PARA A DANÇA DAS HORAS

TETO SOBRE A PLATÉIA DO
THEATRO MUNICIPAL DO RIO DE JANEIRO

TETO SOBRE A PLATÉIA DO
THEATRO MUNICIPAL DO RIO DE JANEIRO

TETO SOBRE A PLATÉIA DO
THEATRO MUNICIPAL DO RIO DE JANEIRO-DETALHE

TETO SOBRE A PLATÉIA DO
THEATRO MUNICIPAL DO RIO DE JANEIRO-DETALHE

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THEATRO MUNICIPAL DO RIO DE JANEIRO-DETALHE

TETO SOBRE A PLATÉIA DO
THEATRO MUNICIPAL DO RIO DE JANEIRO-DETALHE
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